domingo, 30 de março de 2025

Quantas “pessoas” estão no comando dessa minha encarnação ? O “espirito que me anima” e o meu “eu encarnado” são coisa diferentes?

 

                                                                                                          Por Leonardo de Paiva


"Espírito que nos anima" na perspectiva das  “Revelações Cósmicas” trazidas pelo escritor e sensitivo, Rogério Freitas, Jan Val Ellam -   https://www.youtube.com/watch?v=4IQKiBE7zt0

 

O espírito que nos anima é o depositório de todas as nossas experiências, que já vivenciamos em todas as nossas encarnações e experiências extra físicas. O “eu encarnado” é o  espírito que nos anima, conectado, imantado em um corpo, em uma experiência material, sob influência de toda uma gama de estímulos e comandos do nosso genoma, de um campo morfogenético de nossos ancestrais humanos, do meio em que habitamos, sob as influências extra físicas que recebemos e as tentativas de comandos e direcionamentos do “espírito que nos anima”.

 

"Torne-se capaz de resistir ao primeiro impulso e tome ações de forma consciente."
                                                                                  Jan Val Ellam
 
Respirar conscientemente e experimentar um estado mais elevado de consciência permite aplicar um senso crítico aos pensamentos, evitando ações impulsivas de origem desconhecida ou antagônicas a nossa essência, melhorara a nossa contribuição de "Eu encarnado" ao "Espírito que nos anima". Evite sempre o primeiro impulso.

 A experiencia do "Eu encarnado"

Depois de cada vivência de nossos “avatares”, eus  encarnados, quando conseguimos nos desprender da personalidade vivida no ambiente material, há uma espécie de dawload , de tudo que vivenciamos na experiência material, para o "Espírito que nos anima".

Há porem situações, onde existem muitos apegos a aquelas experiências vividas na matéria, sentimentos de muitos vínculos, raiva, rancores... Essa situação dificulta a total absorção da personalidade vivida naquela existência, por parte do “Espírito que nos anima” e nesta situação pode ocorrer a permanência de personalidades, vividas em existências anteriores, influenciado nosso "eu encarnado" em encarnações posteriores, fenômeno conhecido na Apometria* como de “personalidades múltiplas”. 

 *https://pt.wikipedia.org/wiki/Apometria

O nosso ”eu encarnado” é o composto de um corpo material, animado por um espírito. O "eu encarnado" perde momentaneamente, o  seu contato com suas experiências passadas, em outras existências, estas lembranças e habilidades ficam embotadas, enevoadas, parcialmente esquecidas, mas continuam clara no "Espirto que nos anima".

No “Eu encarnado” há também a influência de todas as experiências herdadas de nossos ancestrais, por parte de mãe e pai, incluindo dificuldades, traumas, travas, bloqueios, vícios, culpas, como também habilidades e características de personalidades passadas. (Emaranhamentos, princípios sistêmicos fenomenológicos, que observamos nas constelações familiares de Bert Helling)

Todas essas interferências às vezes prejudica o programa encarnatório, realizado pelo “Espírito que nos anima”, antes de mergulhar no mundo material, e se imantar a um corpo físico. (Em alguma vezes esse planejamento encarnatório não é nem feito, nos casos das encarnações  compulsórias)

O “eu encarnado”, pode ser prejudicado ou beneficiado, pela força dos nossos ancestrais, contribuindo ou prejudicando, no processo experiencial, daquela encarnação.

Quando há a morte do corpo físico,  as experiências vividas e  herdadas pelo “Eu encarnado”  contribuirão com o processo evolutivo do “Espírito que nos anima”. 

Tudo de bom ou de mal vivenciado naquela experiência material, em que o "eu encarnado" recebeu através do seu DNA e das escolhas e experiências vividas, serão "avaliadas", e tudo que foi vivenciado com plenitude, em todos os espectros de luz da nossa aura, será absorvido pelo “Espírito que nos anima”, que fará uma triagem do que deve ser deletado e do que vale apena ser registrado no seu “disco rígido espiritual”. Não estou falando aqui das condições “Kármicas” ou das "Teias da Wyrd"* , pois estas são inalienáveis e o "Espírito que nos anima" estará compulsoriamente vinculado a estas "leis"

* Teia de Wyrd surgiu durante o período nórdico, entre 793 e 1066 d.C., sob o conceito de que as escolhas feitas em um lugar afetam diretamente o que acontece em outros, exatamente por tudo estar conectado por essas "linhas do destino".

Neste processo encarnatório poderemos ter influências, positivas ou negativas de sub personalidades, personalidades de uma mesma encarnação, quando há por exemplo traumas, na infância; personalidades múltiplas, de encarnações passadas;  além das influências de cobradores, de seres extra físicos, não humanos;  formas pensamentos, miasmas... que podem ser empecilhos no nosso processo encarnatório.

Podemos viver  também as situações em que o "Espírito que nos anima", está em um estágio evolutivo primário e se imanta em um corpo material (“encarna”) em um ambiente muito evoluído, onde o “Eu encarnado” tem  um boa família, de boa herança genética, ancestrais lúcidos e evoluídos,  boas injunções de amigos espirituais e de espíritos protetores daquela família, experiência espirituais profundas, que levam aquele “eu encarnado” por um caminho de complexidade e muitas novas informações e estímulos positivos.   

Neste caso o “Eu encarnado" possibilitará novas, boas experiência evolutivas ao “Espírito que lhe anima”, após a experiência encarnatória, somará bons conteúdos aos arquivos do "Espírito que nos anima".

Durante aquela encarnação, de ambiente favorável,  poderão ocorrer novas tomadas de decisão sobre os processos a serem vividos e experienciados na vida material, as vezes diferentes do planejamento encarnatório, realizado pelo "Espírito que nos anima". .Em alguns caso esta situação poderá gerar algum desconforto entre a psique do "Espírito que nos anima" e o "Eu encarnado", quase como não fossem essências da mesma fonte.

É importante salientar que, o "dawload" das experiências materiais, só será feito, por completo, após o desencarne e pode  ocorrer um delay, um atraso nas informações, que  “Eu encarnado” transfere para  o “Espírito que lhe anima”. Isto poderá ocorrer se houver muitos apegos, conflitos a serem sanados após o desencarne.  

Nestes casos podem ocorrer algumas divergências do “ Espírito que nos anima”, com o “Eu encarnado”, podemos dar como exemplo o caso do "Espírito que animava"Jesus". O Espírito de "SOFIA" animava o  "o homem Jesus". Vale apena se aprofundar neste conteúdo com as palestra de Jan Val Ellam.

 Sugiro este vídeo sobre este assunto "polêmico"da "revelação Cósmica" -  Jesus e Sofia.

https://www.youtube.com/watch?v=ohjJBn8aywY

 

A importância das experiências no Planeta Terra, para o espírito que nos anima.

Nas experiências materiais há uma maior interferência evolutiva no nosso ser, pois teremos acesso a criaturas das mais diferentes frequências e níveis evolutivos. Isto pode se constituir em algo muito bom e positivo, ou em atrasos e empecilhos, tudo dependerá de nossas escolhas. 

O “Eu encarnado” terá muitas influências e experiências com múltiplas pessoas, nas mais diversas frequências evolutivas, conceitos, pensamentos diversos. Dai a importância de estarmos muito atentos ao que Jan Val Ellam chama de “Primeiro impulso” na mente bicameral*, como forma de evitar impulso adversos a um bom encaminhamento no processo evolutivo do nosso Ser.

Vídeo que pode contribuir neste conceito de análise do primeiro impulso e mente bicameral:

 *https://www.youtube.com/watch?v=lz6vt6n3j94

 

No ambiente material as influências são das mais diversas:  Espíritos desencarnados amigos,  bem intencionados, com objetivos nobres nos intuindo; cobradores encarnados e desencarnados, miasmas, formas pensamentos, seres extra físicos, na busca de nossa energia vital, familiares em conflito, dificuldades sociais, uma infinidade de obstáculos e boas experiências  estarão sempre ao nosso redor, nos cabendo fazer as nossas escolhas, com o objeto maior de promoção da harmonização da Energia Criadora da qual somos imagem e semelhança.

Já no o ambiente espiritual contíguo à Terra, chamado pela codificação espírita de ”erraticidade”, só conseguimos permanecer em  ambientes frequenciais, compatível com nosso nível evolutivo, não teremos grandes  experiências vivenciais com espíritos, que pensam diferentes de nós,  isso nos limita MUITO.    

É como se estivéssemos durante toda uma  vida, dentro de um mosteiro, onde só conversássemos com as mesmas criaturas, com quem pensa muito parecido conosco, não teremos oportunidades de contraditórios. Será  um tempo estacionado, intervalos entre existências materiais. Um bom momento de planejamento mas de poucos saltos evolutivos.

Dai a importância das encarnações, com todos os contraditórios, doenças, vírus, experiências múltiplas, com pessoas diferentes e que pensam diferentes. Só na condição de encarnado teremos estas oportunidades de crescimento e contribuição com a harmonização da "Grande Energia Criadora".

São nas experiencias material que promovemos evolução: 

https://www.youtube.com/shorts/YblpL2Hx8sE


Sugestão de vídeo complementar ao entendimento deste conteúdo - Joel Aleixo:

https://www.youtube.com/watch?v=uaySIf-M5k4

 

 O "Eu encarnado" e também constituído pela nossa herança genética


 

Eu não sou meu pai, eu não sou a minha mãe, mas meu corpo veio do meu pai e todos os seus ancestrais, da minha mãe e todos os seu ancestrais. 

O "espírito que nos anima", pode sofrer todas as travas e beneficiar-se de todas as qualidades e experiências de nossos ancestrais, que influenciam, diretamente, o "Eu encarnado", que após a morte do corpo, levará todos essas experiências para os arquivos do "Espírito que nos anima".


A perspectiva da "Energia pura" ou "Espírito que nos anima" 

na visão da Alquimia

Assista a explicação dada pelo Alquimista Joel Aleixo :

https://www.youtube.com/watch?v=uaySIf-M5k4