terça-feira, 9 de abril de 2013

Legislação sobre a prática da acupuntura no Brasil

Legislação sobre a prática da acupuntura no Brasil até 2026

Código brasileiro de ocupações
As competências do Acupunturista e a formação necessária para se exercer a profissão estão descritas de no CBO (Classificação Brasileira de Ocupações) do Ministério do Trabalho sob o número 3221-05. “Descrição sumária: Realizam prognósticos energéticos por meio de métodos da medicina tradicional chinesa para harmonização energética, fisiológica e psico-orgânica; aplicam estímulos físico-químicos e técnicas corporais para tratamento de moléstias psico-neuro-funcinais e energéticas.”
Para maiores detalhes, consulte o site: www.mtecbo.gov.br

Conselhos profissionais

Diversos conselhos da área de saúde reconhecem a acupuntura como especialidade:
Fisioterapia e Terapia Ocupacional
COFFITO Resolução nº 60 de 22/06/1985 e nº 221 de 23/05/2001
Biomedicina
CEBM Resolução nº 2 de março de 1995
Medicina
CFM Resolução nº 1455 de 1995
Enfermagem
COFEN Resolução nº 197 de 1997
Fonoaudiologia
CFFA Resolução 272 de 20/04/2001
Farmácia
CFF Resolução 353 de 23/08/2000
Educação Física
CONFEF Resolução 069/2003
Medicina Veterinária
CFMV Resolução 756 de 17/10/2003
Psicologia
(O conselho de psicologia recomenda o uso da acupuntura)
CFP Resolução 005/2002

Acupuntura no SUS

A portaria define as ações e responsabilidades dos gestores federais, estaduais e municipais na implementação de novos serviços na rede pública de saúde: fitoterapia, homeopatia, medicina tradicional chinesa/acupuntura e termalismo social (uso de águas minerais para tratamento de saúde). O principal objetivo da Portaria 971 é harmonizar os critérios e procedimentos para a prestação de serviços no SUS de forma a garantir segurança, eficácia e qualidade aos usuários desses tipos de terapias. Visa também a adequação de iniciativas que já vinham sendo desenvolvidos em algumas regiões do país.
Link para o texto da portaria na íntegra: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/PNPIC.pdf

sexta-feira, 8 de março de 2013

Vitamina D (Hélio Terapia)

A luz solar, usada adequadamente, é curativa e preventiva de mais de 200 doenças.
Assistam ao vídeo abaixo e tirem suas próprias conclusões.




Uma reflexão séria sobre a prevenção e terapia das doenças auto-imunes.
E a natureza pode ser a maior aliada neste equilíbrio hormonal.
Existem conflitos de natureza econômica que tentam desqualificar essa informação.

 "Os protetores solares, verdadeiras bombas de xenoestrogênios. Isso bloqueia a síntese de vitamina que, quando muito baixa, é responsável por nada menos que 229 alterações e doenças, dentre elas, Esclerose Múltipla, Psoríase, Hipertensão Arterial, Diabetes, Depressão, Cânceres e Artrites"  

Alerta o Dr. Carlos Bayma, especialista em medicina Preventiva e Regenerativa.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

A medicalização de comportamentos:




A mais recente fonte de riqueza da indústria farmacêutica.

Atualmente, nos Estados Unidos, esta em fase de conclusão  um protocolo de classificação de distúrbios psiquiátricos, onde a GULODICE, TRISTEZA POR PERDAS (Luto), MALCRIAÇÃO de CRIANÇA, passam a ser consideradas “doenças”, distúrbios psiquiátricos e por consequência, existirão remédios específicos para elas.





 

Sugerimos um texto muito interessante para essa reflexão

Por Gabriela Leite | Imagem: Alfred Eisenstaedt

As correntes psiquiátricas que procuram definir padrões rígidos de comportamento “normal”, e tratar qualquer “desvio” como doença ou distúrbio, parecem prestes a aprontar mais uma. A Associação Americana de Psiquiatria (APA, em inglês) prepara-se para lançar a quinta versão de seu Manual de Diagnósticos — o DSM-5 (Diagnostic and Statistic Manual of Mental Disorders). O documento, cuja influência em outras partes do mundo é relevante, torna ainda mais vasta a relação de atitudes consideradas anormais e, portanto, passíveis de tratamento psiquiátrico. O pior retrocesso, analisa Allen Frances, professor emérito da Universidade de Duke e psiquiatra há 45 anos, é associar o luto a uma patologia. Ao contrário de sua versão anterior (o DSM-4, publicado em 1994), o novo manual não exclui da rotulação de depressivos os pacientes que estão sofrendo a perda de um ente querido.


 
Mas não é só. Frances listou, em seu blog, as 10 piores mudanças no DSM-5 — que, em sua opinião, devem ser simplesmente ignoradas. O manual cria novos termos para problemas comuns nas crianças, como a birra, agora considerada como distúrbio mental e chamada de “transtorno da oscilação disruptiva do humor” (DMDD, em inglês). “Comer exageradamente doze vezes, ao longo de três meses”, converteu-se numa doença psiquiátrica denominada “desordem da ingestão compulsiva”. “Distúrbios neurocognitivos pequenos”, é o diagnóstico que rotula simples esquecimentos diários, de pessoas com mais idade que estão longe de ter demência. Há também exageros, como a introdução do termo “comportamentos viciantes”, que pode enquadrar coisas que pessoas gostam muito de fazer como um vício.

Este ânsia por rotular atitudes humanas não é apenas fruto de uma visão dogmática de “normalidade”. Frances prossegue. “Tornar o luto uma desordem mental será um desastre para os enlutados, mas uma bonança para as empresas farmacêuticas”. 

As crianças classificadas como portadoras do “transtorno da oscilação disruptiva de humor” serão provavelmente vítimas do “uso maciço e ainda mais inapropriado de medicamentos”.
 
A história dos manuais de diagnósitcos é bastante controversa, em todo o mundo. Na primeira e segunda edições da versão norte-americana, respectivamente de 1952 e 1968, ainda considerava-se a homossexualidade como um distúrbio mental. Ela só foi desclassificada após muitos protestos de ativistas da causa gay, durante os anos 70.
 
Quem também tem críticas a esse tipo de rotulação de comportamentos é Lawrence J. Davis, autor de um artigo que compara o DSM a uma “Enciclipédia da insanidade”. Ele lembra que, desde sua terceira edição, o manual trata como doentes (portadoras do “transtorno negativista desafiante”, ou oppositional defiant disorder — ODD) as crianças e adolescentes que se opõem às ordens de seus pais. E compara esta classificação com um exemplo histórico: Em 1850, o doutor Samuel Cartwright, um médico de Louisiania também tratou de doentes mentais os escravos que fugiam do cativeiro. Para Cartwright, eles buscavam a liberdade por sofrerem de drapetomania. Um dos fatores para desenvolvimento da doença era o comportamento de senhores, que “se tornavam muito familiares em relação aos escravos, tratando-os como iguais” e contrariando, assim, a Bíblia.

Embora isso pareça absurdo hoje, Davis pensa que classificar tipos de rebeldias infantis como distúrbio também seja uma tentativa de controle.


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Acupuntura no tratamento de angina e infarto



ABAN - Academia Brasileira de Acupuntura Reflexa e Naturopatia informa:


Acupuntura pode dilatar Artéria Coronária.
Pesquisa inédita mostra que Acupuntura pode ser útil nos casos de infarto e angina.

"As Influências Clínicas do Efeito da Acupuntura nas Doenças Coronárias”, foi a pesquisa inovadora que o Dr. Zhou Xiao-Qing assumiu em 1992 como vice-diretor da Universidade de Medicina Tradicional Chinesa (MTC) de Hunan - China. O trabalho foi pioneiro no uso da angiografia coronária para observar os resultados da aplicação de Acupuntura no ponto C6, um dos locais onde, na ocorrência de problemas agudos, há acúmulo do Qi (energia vital do organismo).

Por meio do estudo, comprovou-se que o estímulo deste ponto auxilia a regularização da circulação do Qi na área afetada, ao dilatar a artéria coronária. Puncionar este local pode resolver, portanto, inúmeros problemas de saúde relacionados ao entupimento de vasos e prevenir outros, tais como enfarto e angina.

Foram aplicadas sessões de Acupuntura em 40 pacientes com sintomas variados, como aperto no peito, palpitação, respiração curta, dores no coração. Em parte deles, o tratamento foi aplicado uma vez por semana. Os demais receberam aplicações diárias.

Em ambos os casos, comprovou-se a eficácia da aplicação da Acupuntura para melhorar os sintomas clínicos das doenças coronárias, influenciando na freqüência, no nível e no tempo de duração das dores e melhorando o funcionamento cardíaco de maneira geral.

Concluiu-se também que, com maior número de aplicações, mais sintomas são solucionados. A freqüência e a duração das dores, por exemplo, só diminuíram consideravelmente nos pacientes em que a aplicação foi diária.

A pesquisa ganhou o 3º Prêmio de Desenvolvimento Científico do Estado de Hu Nan. Na palestra que fará no Congresso da AMBA, o Dr. Zhou detalhará os métodos e resultados e falará das aplicações práticas deste estudo.

O pesquisador se formou em 1978 e obteve doutorado em 1998. Especialista de destaque, já recebeu 4 prêmios de Progresso Científico pela Província de Hunan e 6 pelo Ministério da Educação da China.

Fonte: AMBA MED
http://www.jaccioly.com.br/VerArtigos.aspx?ID=92

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Acupuntura multidisciplinas no Brasil

Resolução de dezembro de 2012 terá caráter de obrigatoriedade da Acupuntura Multiprofissional em
planos de saúde e concursos públicos da PNPIC


Prestação de Serviço Multiprofissional para a oferta de Acupuntura nos Planos de Saúde/ANS

O plenário do COFFITO por meio de seu representante no Conselho Nacional de Saúde - CNS elaborou e apresentou uma minuta de resolução que normatizará junto a Agência Nacional de Saúde - ANS a prestação de serviço multiprofissional para a oferta de acupuntura. A referida resolução foi aprovada na última reunião do CNS por unanimidade, em 12 de dezembro de 2012.

RESOLUÇÃO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE DE 12 DE DEZEMBRO DE 2012.

O Plenário do Conselho Nacional de Saúde, em sua Ducentésima Quadragésima Reunião Ordinária, realizada nos dias 11 e 12 de dezembro de 2012, no uso de suas competências regimentais e atribuições conferidas pela Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, pela Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990 e pelo Decreto nº 5.839, de 11 de julho de 2006,

Considerando o principio do livre exercício profissional, estabelecido no Art.5º Inciso XIII da Constituição Federal de 1988;

Considerando oDecreto Presidencial no 5.753, de 12 de abril de 2006 que referenda aAcupuntura como patrimônio cultural intangível da humanidade pela UNESCO em 17de outubro de 2003;

Considerando a Portaria MS nº 971, de 3 de maio de 2006, que aprova a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC)
no Sistema Único de Saúde;

Considerando as Recomendações do CNS nº 027, de 15 de outubro de 2009, n° 05, de 12 de Abril de 2012 e a de n o 010, de 11 de agosto
de 2011;

Considerando o que preconiza a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, aprovada pelo Conselho Nacional de Saúde,
pactuada na Comissão Intergestores Tripartite e implementada pelo Ministério da Saúde, que prevê a utilização multiprofissional da Medicina Tradicional Chinesa, no que concerne à Acupuntura.

Considerando a relevância social da saúde e a abrangência das coberturas prevista na Lei 9656/1998, a necessidade de garantir o
acesso e a utilização de ações e cuidados de saúde de qualidade a todos os brasileiros e brasileiras e a obrigatoriedade das empresas de planos e seguros de cumprir a legislação vigente.

Considerando que as práticas integrativas questionam o modelo biomédico, sintomático, curativo praticado largamente na rede assistencial das empresas de planos e seguros desaúde.

Resolve:

1. Deliberar que a Agencia Nacional de Saúde Suplementar - ANS, responsável pela regulamentação da relação entre operadoras de plano de saúde, prestadores de serviço e usuários, normatize a oferta da acupuntura, em seu formato multiprofissional, incluindo os profissionais de nível superior que prestam serviço à assistência suplementar com especialidade em Acupuntura, reconhecida pelos seus respectivos Conselhos Federais (Fonoaudiólogos, Fisioterapeutas, Cirurgiões Dentistas, Terapeutas Ocupacionais, Enfermeiros, Farmacêuticos, Psicólogos e Nutricionistas), no quadro de profissionais credenciados pelas empresas de planos e seguros, de acordo com o que prevê a legislação em vigor, Portarias do Ministério da Saúde nº 971, de 03 de maio de 2006 e a nº 154, de 18 de março 2008.

2. Deliberar que ao implementar políticas ou programas de saúde referentes às praticas integrativas e complementares em saúde, em especial com a oferta de ações e serviços de acupuntura, que a contratação de profissionais sejam por meio de concurso público ou outros, de forma multiprofissional, em todos os níveis de assistência, de acordo com o preconizado pela Política Nacional de Práticas integrativas e complementares no Sistema Único de Saúde.

Alexandre Rocha Santos Padilha
Presidente do Conselho Nacional de Saúde

Homologo a Resolução CNS Nº XXX, de 12 de dezembro de 2012, nos termos do Decreto de Delegação de Competência de 12 de novembro de 1991.

Alexandre Rocha Santos Padilha
Ministro de Estado da Saúde

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

A terapia do tártaro carbônico, do metodo TACAI



A terapia do tártaro carbônico, do metodo TACAI

Leonardo de Paiva

          "V.I.T.R.I.O.L."


Visita Interiorem Terrae. Rectificandoque. Invenies. Occultum Lapidem




Visita o centro da terra retificando-te, encontrarás a pedra oculta




Filosoficamente a palavra VITRIOL é uma sigla usada pelos alquimistas e quer dizer: Visita o Teu Interior, Purificando-te, Encontrás o Teu Eu Oculto, ou "a essência da tua alma humana". 

VITRIOL é o símbolo universal da constante busca do ser humano para melhorar a si mesmo .   

VITRIOL não só simboliza a constante busca do homem para melhorar a si mesmo, polindo a “pedra bruta” da personalidade humana (o seu ego) para que um dia brilhe a sua individualidade (o Eu Superior) que surge como um diamante diáfamo pela limpeza da alma e pureza em seu coração. 



Miticamente, V.I.T.R.I.O.L. vai além do trabalho do homem sobre si mesmo. Simboliza também um lugar oculto no interior da terra, que é conhecido há milhares de anos pelos lamas tibetanos e mestres hindus ou brâmanes como o Reino de Agharta (AG - Fogo; HARTA - Coração = Coração de Fogo), onde, segundo a lenda mítica, vive uma civilização  avançada há milhares de anos, sob um Sol Central que ilumina  Shamballah, a "Shangri-lá”, a  Morada Eterna do Rei do Mundo, onde vivem os Santos e Sábios Homens que de tempos em tempos surgem na superfície da Terra para instruir a Humanidade. 



Na perspectiva da Alquimia, a cada experiência vivida, o Ser, além da sua evolução e crescimento individual, pode adquirir cicatrizes pelos equívocos cometidos, cicatrizes estas que são armazenadas no seu campo energético, na forma de frequência de carbono bruto, ao exemplo do nosso planeta que acumula carbono nas suas entranhas e com o tempo e altíssimas pressões se transforma em diamantes. 

A busca do diamante diáfano interior é uma meta muitas vezes inconsciente a atingirmos (predestinação da evolução). 

Sendo assim, esse acúmulo de sujeira energética precisa ser limpa do corpo umeral (parte da aura que permanece após a morte física), sob pena de se ter reincidências constantes de desarmonia.



A terapia do tártaro carbônico, do método TACAI, tem exatamente a finalidade de realizar essa limpeza do corpo umeral, removendo os resíduos energéticos e promovendo o encontro do ser com sua Pedra Filosofal.



Segundo os alquimistas, quando não se utiliza adequadamente as ferramentas que nos foram concedidas, com o propósito da evolução ou quando deixamos de cumprir com nossa predestinação, ocorrerá o acumulo de tártaro carbônico, no nosso corpo umeral, local que só deveria existir “luz”, memorias harmônicas. 

A escuridão do tártaro de carbono levará o “empirium” (nosso eu maior) a envidar esforços em limpar este  tártaro, acarretando em sintomas (doenças), angústias, desarmonias que são na realidade cartazes de limpeza.



Hermes Trimegisto, grande alquimista da antiguidade, trás a seguinte explicação para os efeitos da limpeza do tártaro carbônico.



“O segredo de tudo esta aqui, se ele é convertido em matéria.  Tu separará a terra do fogo, o sutil do espesso.  Suavemente e com grande desvelo, une as coisas superiores com as inferiores e toda obscuridade fugirá de ti. Desse modo obterás a gloria do mundo e as trevas se afastarão de te. Esta coisa é a forte fortaleza de toda força, pois vence toda coisa  sutil e penetra em toda coisa sólida. Assim tudo foi criado e disso sairão admiráveis adaptações”



Este tratamento da limpeza do tártaro do carbono, do método TACAI é realizado tomando por base o mapa astrológico natal de quem vai ser tratado e será usado  o símbolo da Runa OTHEL, para induzir uma frequência de harmonização ao floral. 

Este símbolo é disponibilizado no gráfico do FQG – freqüência quântica gráfica de tratamento astrológico, do método terapêutico TACAI.








Este símbolo  a runa Othel será usada na referida terapia, aliando-a aos protocolos da terapia floral TACAI.




A Runa Othel representa um homem velho, e traz a temática da autoridade, do conservadorismo e da necessidade de soluções formais, legais, hierarquia ou aspectos legais. Pode significar separações ou divisões, ou retorno de situações do passado mal resolvidas. Pode significar cobranças por falta que cometemos: irresponsabilidades, falta de decoro, erros e falhas do passado.



A terapia do tártaro carbônico tem a finalidade de livrar o Ser de suas cicatrizes antigas, padrões de condutas que foram constantes e repetidas e que, mesmo na atualidade, livres delas por mudanças realizadas nas suas atitudes, permanece com as cicatrizes energéticas, nos registros do corpo umeral, atraindo desarmonias e doenças, pela necessidade da grande transformação do chumbo em ouro, do carbono em diamante, explicada pela Alquimia.



Podemos encontra um cliente com excelentes aspectos no mapa astrológico natal, mas na prática não os exterioriza, isso poderá ser explicado pelo acumulo de tártaro carbônico, naquelas casas astrológicas. 

Um sol bem aspectado, na casa cinco e, mesmo assim, a pessoa apresenta baixa estima. É um exemplo onde se deve proceder à terapia da limpeza do tártaro carbônico naquela casa astrológica.


Condições que se deve suspeitar da presença de tártaro carbônico:
 
•          Quando Marte na casa 1 e se acovarda;

•          Quando Venus na casa 2 e se empobrece;

•          Quando Mercúrio na casa 3 e se cala;

•          Quando a Lua na casa 4  e não se enraíza;

•          Quando o Sol na casa 5 e não se impõe;

•          Quando Mercúrio na casa 6 e não se organiza;

•          Quando Venus na casa 7 e não se relaciona;

•          Quando Plutão na casa 8 e não se transforma;

•          Quando Júpiter na casa 9 e não busca mais;

•          Quando Saturno na casa 10 e não se responsabiliza;

•          Quando Urano na casa 11 e não ousa;

•          Quando Netuno na casa 12 e perde a fé.



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Quando as nossas potencialidades são negadas por nós mesmos. Elas serão carbonizadas e comprimidas dentro de nós. Até transformarmos esse carbono (pedra oculta) em nossa pedra filosofal

Essa terapia demanda uma formação específica, com base na Alquimia e Astrologia Suméria. A escola de alquimia de Joel Aleixo foi a precursora nesta linha terapêutica e disponibiliza essa formação nos últimos níveis da formação do Alquimista, o Rubedo, usando florais específicos do sistema Joel Aleixo, os florais do VITRIOL.




Rubedo é uma palavra em latim que significa avermelhado. Foi adotada pelos alquimistas no século XV e XVI para designar o quarto e último estado da alquimia: a iluminação. É precedido pelos estados nigredo (morte espiritual), albedo (purificação), e citrinitas (despertar).



Citrinitas é uma palavra em latim que significa amarelado. Foi adotada pelos alquimistas para designar o terceiro estado da alquimia: o despertar. Seu sentido literário é a "transmutação da prata em ouro”.


No método TACAI, para limpar o tártaro carbônico do corpo umeral utilizamos os florais TACAI , as mandalas da terapia frequêncial gráfica e o símbolo da runa Othel como catalisadora da limpeza. 

Essa terapia é estudada  no segundo nível da formação do método TACAI, após a formação no sistema floral TACAI, no módulo de astrologia  e de terapia  frequencial quântica gráfica.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Assepsia Integral Convulsivante um protocolo misto de terapia de resignificação e harmonização.








AIC - Assepsia Integral Convulsivante

Leonardo de Paiva    http://lattes.cnpq.br/9588405829640011  

A AIC é uma técnica mista que faz parte do método TACAI http://unat-aban.blogspot.com.br/p/metodo-tacai.html que foi configurada a partir da combinação de técnicas distintas ( TRE e a TRT) e de conhecimentos da alquimia ocidental e oriental, além de conhecimentos da MTC - Medicina Tradicional Chinesa.

Combinaram-se os procedimentos da terapia de reprogramação, desenvolvida pela UNATE, com princípios da Alquimia, MTC e da técnica do TRE - Trauma Releasing Exercises, desenvolvida por David Berceli. 

O objetivo dessa combinação de técnicas é realizar a redução dos sintomas do estresse patológico, através da indução dos tremores neurogênicos e da eliminação das memórias traumáticas, armazenadas na aura, nosso campo eletromagnético, que segundo a alquimia Paracelsiana é onde são armazenadas nossas memórias e as receitas das bioquímicas hormonais do nosso organismo.


Justificativas para uso da AIC

Muitas pessoas vivenciam situações traumáticas, que podem degenerar para um quadro de estresse pós-traumático. Quando as tensões e traumas ocorrem, o corpo tende a encontrar mecanismos de alívio dessa tensão, quando isso não ocorre, as tensões deletérias, do trauma vivenciado, se alojam nos tecidos do corpo: músculos, tendões, articulações, fáscia e precisam ser dispersas, expurgadas, sob pena de levar o organismo a inúmeras desarmonias como: insônia, picos hipertensivos, insegurança, medos, fobias, depressão.

Estes registros ou memórias traumáticas necessitam ser extraídas das memórias musculares do corpo e eletromagnéticas da aura e para isso precisão ser expressas, fisicamente, através de tremores neurogênicos, rápidas convulsões, choro, bocejos, risos, gritos; para que o organismo volte a ficar em seu estado de harmonia.

Esse fenômeno dos tremores pode ser observado, naturalmente, após um susto, trauma emocional, uma forte emoção, principalmente nas crianças e animais. 

Nos adultos, normalmente essa resposta do organismo é tolhida pelo ego por, na maioria dos casos, serem consideradas como sinais de fraqueza e fragilidade.

Quando ocorre um evento estressante, traumático que ative o sistema límbico, no módulo paralisia, fuga ou luta, ocorrerá uma contração involuntária da musculatura de toda cadeia mestra estática anterior do corpo, com grande estímulo nervoso sobre o músculo psoas, levando o corpo a uma posição contraída, semelhante à da posição fetal.

Em alguns casos o indivíduo, simplesmente armazena aquela tensão no seu corpo, por reprimir o choro ou o tremor neurogênico, por considerá-los inadequados e demonstrativos de fraqueza, não fazendo assim a assepsia energética e neurogênica.  Esse acúmulo de tensão, não dispersada, com o tempo, levará aos sintomas do estresse negativo: dificuldades de sono, taquicardia, irritabilidade, medos, perda de apetite, mau humor, isolamento social, favorecendo ao adoecimento e até mesmo ao acometimento de doenças degenerativas.

Essas situações, de obstrução da assepsia neurogênica, são muito observadas em pessoas que são treinadas para controlar as fortes emoções como: profissionais de saúde e emergências, policiais, bombeiros, militares. Sendo estes profissionais os mais afetados com os sintomas do estresse pós traumáticos e pelas doenças do estresse (hipertensão arterial, diabetes, câncer, síndrome do pânico).

Para melhor entendimento, acessar http://youtu.be/bPFbXdSGSkc


Compõe o protocolo terapêutico da AIC - Assepsia Integral Convulsivante do método TACAI

As teorias de bases da MTC - Medicina Tradicional Chinesa, da Alquimia Paracelsina, conhecimentos do TRE - Trauma Releasing Exercises e da TRT- Terapia de Reprogramção TACAI, consorciados.

Iremos falar um pouco a respeito de cada um desses instrumentos terapêuticos:


TRE - Trauma Releasing Exercises

David Berceli, analista em bioenergética e especialista das questões ligadas ao trauma, desenvolveu uma técnica que implica num processo neuropsicomotor, complementar ao processo psicológico clássico, o TRE - Trauma Releasing Exercises. Para Berceli, os seres humanos evoluem ultrapassando traumas, sendo o corpo o maior aliado para superação de seus danosos efeitos. David Berceli criou exercícios que descongelam os bloqueios provenientes dessas adversidades, especialmente, nos músculos psoas, da região pélvica e nos músculos da cadeia mista estática anterior, que envolve os adutores, vasto medial, vasto intermediário, reto femoral, tensor da fáscia lata, glúteo máximo, grácil e sartório.

5 vídeos em que Berceli explana sobre o TER: http://youtu.be/9vH709shOBY     



O Protocolo da AIC

Inicia-se este protocolo com os a TRT ( utilizando a auriculo terapia com a mico esferas de silício programadas) fazendo-se uma rápida anamnese, identificando o epicentro da desarmonia. Em seguida deve-se perguntar ao o cliente se, realmente quer se livrar daquele problema ou desconforto. É importante observar se o cliente, a ser tratado, está em gozo de suas faculdades mentais, pois é imperioso que o cliente entre em contato mental com o fato ou a situação que o leva à desarmonia, seja uma dor, uma grande perda, uma decepção, um trauma, um vício...


A conduta terapêutica

Após o cliente ter sito conduzido pelo terapeuta a fazer contato mental com a sua desarmonia, inicia-se a terapia estimulando-se no ponto auricular “Shemen”. Então se vai perguntado ao cliente, sobre as sensações de alívios ou migrações dos sintomas e o terapeuta vai colocando as micro esferas de silício, segundo os protocos e conhecimentos da MTC - Medicina Tradicional Chinesa ou de área reflexa, das partes do corpo que estão em desarmonia.

Por exemplo: se há tristeza, após colocar-se no ponto “shemen”, irá ser realizado outro estímulo com as eferas de silício sobre o ponto reflexo do pulmão; se o que existe é uma sensação de aperto na garganta ou no estômago, serâo estimulada nas áreas reflexas auriculares, correspondentes a esses sintomas. Esses procedimentos serão procedidos até identificar-se o alívio dos sintomas físicos e emocionais.



Objetivos da AIC – Assepsia Integral Convulsivante

•     Limpar o lixo emocional oriundo dos medos e os bloqueios ocasionados por situações traumáticas, através de exercícios que visam liberar as tensões profundas, desenvolvidas no organismo, durante uma experiência traumática;

•  Induzir o organismo a tremores neurogênicos fisiológicos, a fim de descarregar a energia excessiva, gerada quando de acontecimento traumático e estressantes;

•  Apoiar a terapia auricular com as micro esferas de silício programadas, na adequação das informações eletromagnéticas da aura, oriundas de traumas, angústias e tensões que geram a bioquímica do pânico e do estado de estresse patológico.


Como se capacitar neste protocolo hibrido da assepsia emocional e física

A UNATE – Universidade Aberta do Terapeuta vem desenvolvendo formações regulares, capacitando profissionais de saúde, na aplicação do método TACAI, que inclui entre outras técnicas, a AIC – Assepsia Integral Convulsivante.

Maiores detalhes no blog  http://unat-aban.blogspot.com.br/

Assistam os vídeos que mostram a TRE , técnica precursora da AIC:






sábado, 27 de outubro de 2012

Acupuntura prática responsável, livre e democrática


Decisão do Superior Tribunal de Justiça sobre a prática da acupuntura por psicólogos

Resolução 5/02; (b) é desnecessária autorização para que os psicólogos pratiquem a
acupuntura, "pois não há lei no Brasil regulamentando a técnica da acupuntura e, por isso, sua prática é livre, independentemente da autorização de qualquer Conselho profissional" (fl.31e); e (c) dada a natureza da acupuntura, "cuja base é filosófica, não é utilizada pelo psicólogo para tratamento médico-clínico, como pretende a decisão recorrida, mas sim apartir de um diagnóstico psicológico e voltado para o atendimento psicológico" (fl.32e).

O recurso especial foi admitido pelo Tribunal de origem (fls. 64/65).
Na presente cautelar, quanto à fumaça do bom direito, o requerente reitera as
alegações de mérito expostas no recurso especial.

Com relação ao periculum in mora, aduz que o entendimento adotado no acórdão
recorrido "irá retirar o emprego de milhares de profissionais, psicólogos acupuntures, que inclusive trabalham no âmbito do Sistema Único de Saúde" (fl. 13e). Afirma que, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Psicologia e Acupuntura – SOBRAPA, mais de quatro mil psicólogos atuam como acupuntores, tendo realizado mais de 23.000 sessões no SUS apenas em 2011.

Decido.
A concessão de liminar está condicionada à presença concomitante de seus dois
pressupostos autorizadores, quais sejam, o periculum in mora e o fumus boni juris, que
devem estar cristalinamente demonstrados.
No caso, o periculum in mora reside no fato de que a manutenção do acórdão
recorrido irá afetar diretamente o exercício profissional de inúmeros psicólogos acupuntores, que desempenham tal função com amparo em resolução vigente desde 2002.

A fumaça do bom direito, por sua vez, advém da circunstância de que, em sede de
cognição sumária, há indícios de que o acórdão recorrido teria negado vigência ao art. 13, § 1º, da Lei 4.119/62. Com efeito, o referido diploma legal apenas lista as atividades privativas de psicólogo, ou seja, aquelas que somente os psicólogos podem exercer. Não há vedação para que adotem a acupuntura como método complementar de tratamento.
Ademais, a acupuntura ainda não foi regulamentada no país, sendo o seu
exercício franqueado a todos os profissionais da área de saúde que obtenham aprovação em cursos específicos de formação.

Nesse contexto, me parece não haver ilegalidade na resolução editada pelo
requerente, segundo a qual o "psicólogo poderá recorrer à Acupuntura, dentro do seu campo de atuação, desde que possa comprovar formação em curso específico de acupuntura e capacitação adequada" (fl. 21e).

Ante o exposto, defiro a liminar para atribuir efeito suspensivo ao recurso
especial interposto pelo requerente, até a apreciação do mérito da presente medida cautelar.
Cite-se o requerido para contestar a ação cautelar no prazo legal.
Após, abra-se vista ao Ministério Público Federal.
Intimem-se.

Brasília (DF), 05 de setembro de 2012.
MINISTRO

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Aperfeiçoamento em MTC (Acupuntura e Tui Na) na China






Formaturas nos Cursos de Aperfeiçoamento em Medicina Tradicional Chinesa  na Federação Mundial de MTC da China e na Academia de MTC da China, em Beijing/China - 2012




    


sábado, 14 de abril de 2012


ACUPUNTURA SÉRIA e DEMOCRÁTICA

A política médica que luta hoje no Brasil pela exclusividade da prática da
acupuntura já desqualificou a técnica nos mesmos tribunais. No final dos
anos 1960 a categoria médica posicionou-se contra a prática da acupuntura,
considerando-a charlatanismo.
Acupunturistas foram perseguidos, presos e acusados de curandeirismo pela mesma classe que hoje reinvidica exclusividade. 

Que profissão da área de saúde ocidental realiza esse tipo de avaliação?
Quando o Yin está fraco, o Yang torna-se demais potente e o vento interno se agita. A mucosidade-vento perturba o alto, suscitando vertigens e ofuscação da vista.
Quando a mucosidade vento penetra nos meridianos colaterais pode provocar hemiplegia, dores nos MMII e tamponamento das aberturas corretas, gerando perda dos sentidos, língua rígida e afasia

Que profissionais de saúde ocidental deveriam está qualificados para fazer acupuntura?

É muito simples, nenhum está qualificado a fazer este tipo de avaliação. 

Acupuntura deve ser realizada por ACUPUNTURISTAS quem tem conhecimento da racionalidade da MTC - Medicina Tradicional Chinesa.

No início dos anos 1970 o Conselho Federal de Medicina rejeitou
oficialmente a acupuntura e a reflexologia como atividades médicas.
O
Conselho de Medicina de São Paulo censurou publicamente o médico Evaldo
Martins Leite por praticar acupuntura, Naquela época, ainda que em outros
países a acupuntura estivesse sendo reconhecida e procurada como uma nova
ferramenta de trabalho por vários profissionais, entre eles os médicos, no
Brasil era uma vergonha ser médico e defender a acupuntura.

Os resultados práticos dos efeitos da terapia oriental eram inegáveis e
vários países foram envolvidos em estudos para testar sua eficácia sob os
paradigmas da pesquisa ocidental. Em 1977 o Brasil chegou a reconhecer a
acupuntura como ocupação profissional. A Organização Mundial de Saúde, na
mesma época, além de reconhecer, recomendava a prática.
 Os usuários surgiam, os profissionais acupuntores, vindos das mais variadas áreas de
saúde, se multiplicavam.

Médicos brasileiros, contrariando o CFM, começaram a fazer a formação com
o alemão naturalizado brasileiro Friedrich Jahann Spaeth na antiga sede da
Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1979. Spaeth, que era
fisioterapeuta, massoterapeuta e acupunturista formado na Alemanha, fundou
no Brasil, em 1958, a primeira instituição voltada para a prática da
acupuntura, a Sociedade Brasileira de Acupuntura e Medicina Oriental.
Antes dele, a acupuntura já existia nas comunidades chinesas desde 1812 e
nas japonesas desde 1895. Os imigrantes orientais usavam-na entre eles,
mas nunca se organizaram para difundi-la.

Em 1961 desembarcou no Brasil Wu Tou Kwang, médico cirurgião vascular, que
também passou a formar acupuntores, sempre defendendo a atividade como
democrática, multidisciplinar, barata e eficaz. Na mesma década vieram os
coreanos trazendo uma acupuntura diferente da japonesa e da chinesa.
Enquanto isso, nos Estados Unidos, o psicólogo Reuben B. Arnber, aluno de
acupuntura de Wu Wei Ping, iniciava uma jornada política pela
regulamentação da acupuntura.

Mesmo sem apoio do Conselho Federal de Medicina, mais médicos passaram a
frequentar cursos de acupuntura. A terapia oriental funcionava, eles
podiam atestar, fervilhavam as pesquisas com revelações surpreendentes
sobre o uso e a eficácia da técnica das agulhas. Politicamente era um
problema a acupuntura ser lecionada por não-médicos, a autoridade
principal do assunto não ter formação médica. Em 1980, pelo fato de não
ser médico, Frederich Spaeth foi destituído da presidência da Associação
Brasileira de Acupuntura pelos seus ex-alunos médicos. No raciocínio
político, os médicos precisavam assumir a técnica, agora que ela era
respeitada pela ciência.

Banir os papas da acupuntura no país significava
desvincula-se da idéia inicial, produzida pelos próprios conselhos de
medicina, de que era charlatanismo. Perversão pouca é bobagem na corrida do ouro.

Em Recife em 1981, no I Congresso Brasileiro de Acupuntura, a
manifestação de repúdio aos profissionais tradicionais de acupuntura por
parte de médicos corporativistas tomou forma oficial e em 1984, em outro
congresso da categoria, em Brasília, os médicos separaram-se oficialmente
dos demais acupuntores para fundar a SMBA- Sociedade Médica Brasileira de
Acupuntura.

Quatro anos depois o médico-deputado paulista Antonio Salim Curiati deu
entrada ao projeto PL852/88 a favor da prática multidisciplinar da
acupuntura. No mesmo ano a CIPLAN, comissão interministerial de
Planejamento, após se reunir exclusivamente com representantes da SMBA,
baixou resolução normatizando o emprego da acupuntura nos serviços
públicos médicos assistenciais, restringindo a prática apenas para
médicos.

Em 1991, uma resolução em assembléia da OMS recomendou a intensificação de
cooperação entre as medicinas tradicionais e a científica moderna, com
medidas reguladoras dos métodos de acupuntura. O PLC Nº383/1991 para
regulamentação da acupuntura foi aprovado, inclusive por todos os
conselhos de medicina.Não durou muito o aparente sossego.

Em 1993 a Secretaria Nacionalde Vigilância Sanitária publicou um relatório com recomendação de que a acupuntura fosse monopolizada pela classe médica.  O seminário,que resultou na recomendação, foi composto por 12 médicos da SMBA, 2 médicos a favor dos acupunturistas de outras formações e um profissional não-médico.

Os médicos Wu Tou Kwang e Evaldo Martins Leite recorreram ao senador
Valmir Campelo convencendo-o a mudar de opinião e democratizar a
regulamentação para todos os profissionais da área saúde. Um
abaixo-assinado contra o monopólio médico da acupuntura, com 45.000 nomes,
sendo 300 de assinaturas de médicos, foi enviado ao Senado.
Em 1997, uma nova manobra com emendas em plenário dos senadores médicos
Lucídio Portela e José Alves tentou restaurar o monopólio da acupuntura
para os médicos.

Depois de muitos imbróglios, foi derrotada e a acupuntura
se fortaleceu como profissão da área de saúde, respeitando suas origens
não-médicas, podendo ser praticada por assistentes sociais, terapeutas
ocupacionais, biólogos, profissionais da educação física, biomédicos,
enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos,
médicos veterinários, nutricionistas, psicólogos e odontólogos.

Entre os anos 1980 e o final dos anos 1990, segundo dados publicados no
Journal of the American Medicine Association, as chamadas “terapias
alternativas” cresceram de 7% para 47% e a previsão era de que
continuassem em elevação. No judiciário brasileiro somavam-se processos
contra o exercício ilegal da medicina por acupunturistas não-médicos. O
acesso ao livre exercício da profissão por outras categorias da área da
saúde enfrentava atos arbitrários sucessivos do Conselho Federal de
Medicina.

As organizações pró-acupuntura multidisciplinar foram crescendo e se
fortalecendo política e praticamente, já com base em evidências
científicas, o que é raro nas terapias alternativas. Ainda em 1998,
cientistas na Universidade da Califórnia comprovaram por meio de
ressonância magnética que os pontos da acupuntura estavam mesmo ligados a
importantes órgãos internos e funções do corpo. Era ciência, uma ciência
caindo nas mãos de seus próprios criadores e eles faziam com ela o que bem
quisessem, até formavam profissionais não-médicos! Foi um momento
desesperador para os médicos corporativistas.

Em 1999, ano de muito crescimento em pesquisas, fundações de instituições
e popularidade da acupuntura, cresceram os debates. Nesse ano estimou-se
que 5.000 médicos e 20.000 profissionais de outras áreas da saúde faziam
uso da acupuntura.

Em 2000 um grupo de médicos brasileiros enviou relatório ao
Senado afirmando que na China, berço da acupuntura, ela era lecionada
exclusivamente em escolas médicas. Não deu certo: num lance digno de
profissionais éticos, o diplomata Affonso Celso de Ouro Preto, embaixador
do Brasil na China, enviou carta ao Senado afirmando que, na China,  “a
acupuntura é uma atividade socialmente independente da medicina alopática
ocidental”
, sendo regulada pela Secretaria Nacional de Administração da
Medicina Chinesa, sem qualquer ligação com a medicina alopata clássica.

Em 2000, após o arquivamento da tentativa de monopólio da acupuntura pela
classe médica no Senado, a Sociedade Médica Brasileira de Acupuntura
lançou a campanha com a pergunta – “Meu acupunturista é médico, e o seu?”
— que induzia o eventual usuário a duvidar da capacidade dos
acupunturistas vindos de outras áreas da Saúde.

E assim, nesse ritmo, continuou nos últimos 12 anos. A briga contra o
exercício da acupuntura por outros profissionais da saúde é a mesma velha
briga da medicina por mercado, por vaidade, por poder, por medo de perder
o poder, como fica claro nessa breve e resumida história sobre a batalha
particular entre médicos corporativistas e todos os outros profissionais
de saúde que foram surgindo ao logo da história por consequência natural,
e podemos afirmar, por ciência, derrubando crenças médicas.
A guerra de hoje é a mesma que atravessa séculos contra o exercício pleno
e legítimo do trabalho das parteiras, das enfermeiras. A mesma que levanta
piadas contra o trabalho dos psicólogos, dos terapeutas, a mesma luta
covarde contra os direitos dos profissionais da fisioterapia, dos
optometristas.

Não surpreenderia tanto se esses profissionais da medicina não fossem tão bem
formados, tão bem treinados em incontáveis horas de estudo e treinamento
técnico. Fica difícil compreender como profissionais de alto gabarito
podem usar de estratégias e manobras políticas tão baixas, idênticas às
que utilizavam na Idade Média.

O espírito competitivo, predador e excludente dos representantes oficiais
dos médicos no Brasil ainda levará a categoria inteira para o fundo do
poço, o mesmo velho poço que tem servido para sepultar todos aqueles que
ao longo da história da medicina foram acusados de charlatões.
Por Cláudia Rodrigues
Postado no Blog Saúde Brasil em 01/04/2012